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A nossa vida é feita de escolhas, o tempo todo e a todo o momento. Escolhemos a roupa que saímos de casa, o que comemos, o caminho por onde vamos, os lugares que frequentamos, a companhia que queremos e muito mais. Algumas escolhas podem ser extremamente difíceis, como escolher um curso na faculdade, começar um relacionamento, mudar de carreira ou trocar o nosso estilo de vida, tudo isso exige mais reflexão e certa segurança.

Mas no geral, como fazemos as nossas escolhas?

Na grande maioria das vezes elas estão baseadas em nossos valores e em nossas crenças, ou seja, aquilo em que acreditamos. A maneira como fomos ensinados, as nossas experiências passadas, as influências de nossas famílias, amigos, colegas de trabalho e da própria sociedade impactam diretamente em nossa tomada de decisão.

Esta semana li no livro “Escolha a sua vida” da Paula Abreu algo que me chamou a atenção. A cada dia nos é oferecida uma segunda chance, a possibilidade de fazer novas escolhas, de mudar. Porém, o problema é que sempre tentamos encarar a vida com o conhecimento que possuímos, com os valores e crenças que desenvolvemos em nosso passado. Mas a vida nunca se repete, sempre estamos diante de um novo dia, de novas oportunidades, chances, questões, decisões e novas escolhas.

coloca-o-mundo

Tenho um conhecido que fez intercâmbio, teve uma experiência ruim e decidiu nunca mais fazer outro intercâmbio. Outro amigo passou por empregos nos quais não se identificou e acabou ficando em um deles por acreditar que não haveria mais o que fazer, todas as organizações são assim e será sempre assim. Eu também aposto que você conhece alguém que namora fulano de tal mesmo ele sendo um “mala” porque, apesar de todas as coisas ruins que possa ter feito, ele é legal. Também tenho certeza que você conhece alguém que vive reclamando da cidade em que vive, porém não faz nada para mudar ele mesmo e a sua realidade. Apegar-se ao que foi vivenciado e esquecer que pode haver muito mais do que isso nos esperando, poderá trazer consequências ruins no futuro.

Eu também já fiz muitas más escolhas e perdi boas oportunidades por acreditar em experiências passadas e não confiar no desconhecido. Mas, apesar de ter apenas 23 anos, as escolhas que fiz sem ter certeza do que poderia encontrar, foram as melhores decisões que tomei. Elas foram provavelmente as mais difíceis, que exigiram mais de mim mesma, mas ao mesmo tempo valeram todo o esforço porque me trouxeram experiências realmente significativas, amigos incríveis e mais satisfação e realização com a vida.

Todos nós temos a liberdade para decidir, escolher o que parece ser a melhor opção em determinado momento. Por isso, quando precisar fazer uma escolha pense não só nas experiências passadas. Visualize os resultados futuros, o que você poderá conquistar com esta decisão e ouça também o seu coração!

Obs: Este post foi publicado no dia 33 de fevereiro de 2014 no blog Uma boa dose, lá escrevo um texto novinho em folha a cada 15 dias 🙂

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Um pensamento em “Fazendo escolhas

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