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Sou daquelas pessoas que chora de rir e confesso que não é preciso muito. Muitas vezes quando vou contar uma história engraçada já estou rindo antes mesmo de qualquer reação do ouvinte e, quando a história é boa mesmo, mal consigo terminar de tanto rir. Se passo por alguma situação bizarra com algum amigo posso ficar dias com aquilo em minha memória, quando o momento vem à tona rio sozinha, rio para mim.

Quando estou cansada ou com sono posso rir de qualquer coisa e mais ainda de mim mesma, meus melhores amigos são prova disso. Se estou em um ambiente desconfortável ou intimidador, procuro rapidamente algum elemento que possa me deixar mais confiante, faço um comentário engraçado com algum colega ou troco um sorriso com algum desconhecido.

Se o dia está sendo cansativo ou se estou preocupada com alguma coisa, tento buscar uma distração, algo que possa me trazer energias para seguir adiante. Conversar com um colega de trabalho, comer um chocolate, tomar um café com um amigo especial, compartilhar uma história, trocar uma mensagem com alguém que gosto, assistir a um vídeo engraçado, escutar uma música, ler uma frase inspiradora, ver uma foto antiga… Quando paro para pensar faço inúmeras coisas que trazem momentos de felicidade para o meu dia. Muitas vezes isso passa despercebido, talvez porque na maior parte do tempo estou focada em resolver problemas e enfrentar estresses diários.

Dia desses li um livro que falava sobre a felicidade. A grande maioria das pessoas no mundo constrói a sua vida para um dia poder desfrutar da felicidade. Nesta concepção a felicidade estaria no longo prazo e para muitos a felicidade pode ser quase inalcançável. Confesso que essa constatação me assusta. Tem coisa melhor do que ser feliz a cada dia? Receber pequenas doses de alegria e sentir-se feliz com algo?

Desde o momento em que li sobre isso, comecei a escrever sempre que posso em um caderninho momentos que me proporcionaram felicidade durante o dia. Queria lembrar sobre as pequenas descargas de felicidade. Com isso, percebi que por mais estressante que tenha sido o meu dia, esses momentos singelos me deram ânimo para resolver o que era preciso. Também percebi que deixava o ambiente mais leve e isso impactava as pessoas à minha volta. Tem satisfação melhor do que fazer outra pessoa feliz?

Cada um tem um conceito, uma perspectiva e uma expectativa com relação à felicidade. Mas por que não tornar a felicidade uma rotina? O que te impede de se feliz hoje? Quais são as dificuldades e barreiras que você enfrenta diariamente e por que não buscar doses de ânimo para superá-las?

Foto: Julia Elisa Franciosi

Foto: Julia Elisa Franciosi

OBS: Este post foi publicado originalmente no dia 30 de janeiro de 2014 no blog Uma boa dose, lá escrevo um texto novo a cada 15 dias 🙂

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Um pensamento em “A felicidade como rotina

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